segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Segunda Noite
Na segunda noite eu tive um sonho; ou pelo menos acordei com essa sensação. Estava ainda meio dormindo, meio acordada. Era bem cedo e eu precisava sair. Levantar, tomar o café, pegar o ônibus,... e na lista de afazeres práticos que eu teria aquele dia, me perdi. Perdi o sonho, não lembro de mais nada. É efêmero, sabe? Ou você se lembra, e faz um esforço imenso para mantê-lo vivo, ou ele se vai, para sempre. Às vezes ele volta em lampejos no meio do dia, mas é um universo tão distindo que quase não o reconhecemos. Nesse dia, eu o perdi.
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